As vezes uma outra oportunidade se torna impossível numa sociedade que condena o bandido a prisão junto com outros bandidos sem chance de recuperação, formar grupos na prisão é inevitável para quem quer sobreviver onde a arma na cintura já não é mais a sua única parceria.
Como dar uma chance para um vicíado químico, se dentro das clínicas a química só muda para algo as vezes até mais forte do que o citado era acostumado a usar. É óbvio que a intenção não é dar outra chance.
O Brasil não tem pena de morte, mas a condenação aqui também é fatal, quase sempre pior do que a própria morte, pois o sofrimento é lento e passa-se o resto da vida, como numa prisão perpétua dentro dos seus pecados que parecem nunca pagos.
Talvez o governo perfeito seria a ausência do governo, automaticamente se formariam tribos, e cada uma com suas leis, com suas afinidades, algumas respeitando as diferenças e outras não. Mas pelo menos as maçãs podres se aglomerariam em um canto, e evitariam de apodrecer o resto do cesto.
A sociedade é uma bomba que uma hora vai explodir, com tantas divergências de opinião não é possível um governo atender toda a nação. Então porque não ter vários governos diferentes, o seu ator preferido pode ser o seu, o meu pode ser um grande artista, quem sabe quem é o melhor para mim do que eu.
Então porque não se instalar, ou melhor, se desinstalar um gerenciador defeituoso, que não gerencia nada como a gente quer, e não passar a realmente defender os seus interesses com pessoas que tem interesses em comum?
Com certeza o mundo seria melhor. Anarquia!

1 comentários:
pois então... temos um problema no ar...
no nosso país, o governo chega a ser uma "tribo" oposta da nossa sociedade, onde facilmente ouvimos (como nesta semana) um dos nossos representantes falar que "não importa com a opinião pública".
se ele não importa com a opinião pública, ele importa com que???
tem que consertar a máquina pública, e tê-la para o povo, assim podemos pensar em ter "Instituições de Recuperação" que fazem jus ao nome!
mandou bem! (mais uma vez)
abraço!
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