Em meio a sonhos e delírios,
está um homem deitado em coma,
pensando se é melhor dormir,
ou acordar para algo que já não
te motiva a voltar.

Ao fundo escuta uma voz doce,
de uma doce menina que o pede,
gentilmente para voltar,
para os braços dela.

E o sono então parece então
perder força para uma vontade
de se levantar e ser feliz.

Nesse ponto a depressão está morrendo,
o seu pulso já não está tão lento,
lembrando de tantos momentos
que enquanto dormia sentia seus carinhos.

Tantos traumatismos, fraturas e pontos,
ainda o desanimam de voltar,
a morte parece uma bela mulher
de vestido preto e sedutor,
querendo levar para o outro lado
de onde não se pode retornar.

Enquanto o amor de uma mulher luta
o ódio do mundo retruca,
como viver onde sou tão discriminado,
onde minha vida é tão frágil,
onde meus ossos se quebram como galho seco,
e meu sangue evapora no vento.

É então que a maioria dos comas
são irreversíveis, assim como um flecha lançada,
uma palavra deferida, um perdão que nunca chega.

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Descobri que falar bonito é fácil.
É falar de maneira filosófica fatos normais.

Com excessão dos clipes e letras de música, os textos são meus.

Algumas histórias fictícias.

Descobri que eu me acho esperto,
mas sou apenas mais um macaco,
com 1,5 kg de cérebro.

Mas tenho poucos pêlos,
sou cheiroso, e tenho polegares
opositores! 

Se gostar pode comentar,
senão gostar também,
liberdade de expressão existe,
mas se pode tudo falar,
poderás tudo escutar.

Apesar de falar para todos,
só os raros entendem.

Abraço!

Jean Pierre

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